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CRP 06/30426
BLOG DA PSICÓLOGA

Burnout: O Que é, Quais os Sintomas e Como Tratar o Problema

  • Por Cecília Galelo
  • Matérias, Orientações, Psicologia, Saúde Mental
burnout

Índice

Olá! Sou a Dra. Cecília!
Se você anda se sentindo exausto, sem motivação e desconectado do que faz no trabalho, pode estar vivenciando burnout. Aqui, responderei de forma clara às suas principais dúvidas — e juntos vamos entender o que está acontecendo e como lidar.

O Que é Burnout ou Síndrome de Burnout?

A expressão síndrome de burnout ou simplesmente burnout refere-se a um estado de desgaste profundo — físico, emocional e mental — que está diretamente ligado ao trabalho ou à atuação profissional. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se de “uma síndrome resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi administrado com êxito”. Na prática, é como sentir que você não “tem mais gasolina no tanque”, mesmo retirando férias, pausas ou trocando de função: o esgotamento permanece, o interesse pelo trabalho cai, e a sensação de fazer diferença desaparece.
A Dra. Cecília, com seus 30 anos de experiência, costuma enfatizar que não se trata de fraqueza pessoal, mas de uma reação real — muitas vezes ignorada — a exigências e circunstâncias profissionais intensas.

Qual é a Causa do Burnout?

As causas do burnout são multifatoriais e geralmente envolvem uma combinação de fatores individuais, organizacionais e culturais. Entre os principais desencadeadores destacam-se:

  • Sobrecarga de trabalho: jornadas longas, metas irreais, pressão constante.
  • Falta de reconhecimento ou valorização: fazer muito e parecer que nada basta ou que não é visto.
  • Ambiente de trabalho tóxico ou sem suporte: liderança inadequada, falta de autonomia, assédio moral, bullying.
  • Falta de equilíbrio entre vida profissional e pessoal: não conseguir “desligar” do trabalho, ou lidar com conflitos constantes entre expectativas profissionais e necessidades pessoais.

Em alguns casos, fatores externos como pandemia, pressão social, reorganização de empresas aumentaram a vulnerabilidade.
A Dra. Cecília observa que “não se trata apenas de trabalhar demais, mas de trabalhar sem poder recuperar, sem sentir propósito, sem apoio — e isso corrói aos poucos”.

O Que Sente Uma Pessoa Com Burnout?

Quem está passando por burnout pode sentir uma série de manifestações, algumas muito claras, outras mais sutis, e que se intensificam ao longo do tempo. Exemplos comuns:

  • Exaustão persistente: sentir-se esgotado mesmo após descanso ou final de semana.
  • Distanciamento mental ou emocional do trabalho: falta de interesse, cinismo, sensação de “ser só mais um corpo” ou “estar desligado”.
  • Diminuição da sensação de realização: “nem me sinto útil”, “não vejo progresso”, “acho que tudo que faço não adianta”.
  • Sintomas físicos: dores de cabeça, alterações no sono, no apetite, problemas digestivos, alterações cardíacas, entre outros.

Alterações comportamentais ou emocionais: irritabilidade, aumento de faltas ou de “presenteísmo” (estar presente, mas desconectado), isolamento.
A Dra. Cecília ressalta que “quando o corpo começa a dar sinais e a mente já não reage como antes, estamos bem além de um simples cansaço: é o alerta para o burnout”.

sintomas burnout

Como Posso Saber se Estou com Burnout?

Detectar se você está com burnout exige atenção aos sinais e uma avaliação cuidadosa — não basta identificar um ou dois sintomas isolados. Aqui vai um passo a passo que a Dra. Cecília recomenda:

  1. Observe se os sintomas estão diretamente ligados ao trabalho ou ao contexto profissional (pois o burnout se manifesta por causa do trabalho).
  2. Verifique se há exaurimento persistente, distanciamento ou cinismo em relação ao trabalho, e sensação de ineficácia — três dimensões apontadas pelas pesquisas.
  3. Avalie se os sintomas melhoram quando você se distancia temporariamente do trabalho ou muda de função — se melhoram, há forte indicação de que é ligado ao burnout.
  4. Considere uma avaliação profissional: psicólogo ou psiquiatra com experiência em saúde ocupacional ou estresse no trabalho. A Dra. Cecília recomenda que “ao menor sinal de alerta, marque uma avaliação — antecipar é evitar o aprofundamento do problema”.

Use ferramentas de auto-avaliação ou escalas (como a escala de Maslach Burnout Inventory) se disponível, como apoio.
Portanto, se você se identifica com vários desses itens de maneira persistente, sim, é bem provável que esteja em um quadro de burnout ou a caminho dele.

Se você já sentiu que seu corpo ou sua mente estão pedindo uma pausa, clique aqui e fale com a Dra. Cecília. Juntos vocês podem entender o que está acontecendo e qual o melhor caminho pra você.

Quais São os Tipos de Burnout?

Embora a literatura científica não defina “tipos” de burnout de forma universalmente padronizada, no Brasil e em outros países se reconhecem diferentes perfís ou formas de manifestação, o que ajuda na abordagem personalizada. A Dra. Cecília explica que, na prática clínica, observa-se:

  • O tipo “excesso”: pessoa que se dedica demais, assume muitas tarefas, pouco dorme, pouco cuida de si mesma e, de repente, colapsa.
  • O tipo “desapego”: depois de longa espera por reconhecimento ou mudança, o profissional passa a se distanciar emocionalmente, cumprir tarefas mas sem engajamento, pode haver cinismo.

O tipo “ineficácia”: o foco está em sentir-se incompetente, improdutivo, sem ver resultados, mesmo fazendo o esforço — a motivação cai, a autoestima despenca.
Essas categorias não são “diagnósticos formais”, mas ajudam no planejamento terapêutico. Importante: o diagnóstico formal se baseia nas dimensões (exaustão, distanciamento/cinismo e ineficácia) definidas pelas pesquisas.
Identificar qual “perfil” se aplica a você ajuda a elaborar estratégias específicas — algo que a Dra. Cecília faz com muita experiência e sensibilidade.

Quais São os Níveis do Burnout?

No Brasil, alguns estudos e publicações organizacionais descrevem quatro níveis de gravidade da síndrome de burnout, como ferramenta de orientação — embora não seja uma padronização clínica universal. Por exemplo, uma publicação do Paraná lista:

  • Nível 1: falta de ânimo, prazer diminuído no trabalho, dores como pescoço ou coluna começam a aparecer.
  • Nível 2: deterioração das relações com colegas ou família, sensação de ser “perseguido” ou “visado”, aumento de faltas ou mudança de setor.
  • Nível 3: queda clara do desempenho ocupacional, surgimento de doenças psicossomáticas (psoríase, alergias, hipertensão), automedicação ou uso de substâncias nocivas.

Nível 4: forma mais agressiva — alcoolismo, uso de drogas, suicídio ou ideação suicida, efeitos graves no corpo como acidentes cardiovasculares.
A Dra. Cecília alerta que, embora os níveis ajudem a visualizar a progressão, o mais importante é agir cedo. Quanto antes o tratamento, menores os prejuízos.

Como a Terapia Cognitivo-Comportamental Pode Ajudar no Burnout?

A Terapia Cognitivo‑Comportamental (TCC) é uma das abordagens mais estudadas e eficazes para tratar o burnout no contexto profissional. Exemplos de evidência científica:

  • Um estudo controlado com professores mostrou que a TCC em grupo reduziu exaustão emocional, despersonalização e baixa realização, e os efeitos se mantiveram por seis meses.
  • Outra pesquisa encontrou que os efeitos positivos da TCC foram mediados por melhora na qualidade do sono e aumento da sensação de competência percebida.

    A Dra. Cecília explica que a TCC ajuda da seguinte forma:
  • Identificando pensamentos e crenças que favorecem o desgaste (“eu preciso dar conta de tudo”, “falhar não é uma opção”) e reformulando-os.
  • Trabalhando comportamentos e hábitos que alimentam o burnout, como negligenciar o descanso, não firmar limites entre trabalho e vida pessoal, e ignorar sinais de esgotamento.
  • Introduzindo estratégias práticas: técnicas de gestão de tempo, autocuidado, relaxamento, treino de assertividade, modos de desligar do trabalho.

Fortalecendo a autoeficácia: reconectar a pessoa com sua habilidade, valor e propósito, reduzindo a sensação de ineficácia.
Em resumo: a TCC não “cura” o burnout sozinha, mas é uma ferramenta poderosa na recuperação, especialmente quando combinada com mudanças organizacionais e estilo de vida.

terapia-tcc

Agende uma conversa comigo e dê o primeiro passo com acolhimento e segurança.

Qual é o Principal Gatilho Para Burnout?

Embora existam muitos gatilhos e variem de pessoa para pessoa, especialistas apontam que a sobrecarga prolongada sem recuperação ou reconhecimento é uma das principais chaves para o desenvolvimento do burnout.
Em especial, a combinação de “exigência alta + autonomia baixa + apoio reduzido” é frequentemente identificada como um gatilho muito potente. Em outras palavras: quando você é cobrado para render muito, mas não recebe suporte, feedback ou sentido de valor.
Além disso, ambientes de trabalho que ignoram ou negligenciam os sinais de alerta (como fadiga crescente, absenteísmo, queda de rendimento) acabam construindo um terreno fértil para o burnout — algo que a Dra. Cecília já viu repetidamente ao longo de suas três décadas de prática.

O Que Vem Depois do Burnout?

Após o reconhecimento e início do tratamento do burnout, o que vem é um processo de recuperação e reinvenção — pode envolver descanso, mudanças de rota e construção de novo equilíbrio. A Dra. Cecília orienta que os passos seguintes normalmente envolvem:

  • Redução ou ajuste da carga de trabalho, repensar funções ou ambientes que geraram o desgaste.
  • Reestruturação de hábitos e estilos de vida: dormir melhor, separar tempo de lazer, retomar interesses, reconectar-se com valores pessoais.
  • Terapeuta ou psicólogo como apoio constante para trabalhar crenças, padrões e construir resiliência.
  • Reinserção gradual no trabalho ou ajuste na forma de trabalhar — mesmo que implique mudança de emprego, redefinição de metas ou negociação de papel.

Monitoramento contínuo: mesmo após “melhora”, a pessoa deve estar atenta para não voltar a cair nas mesmas armadilhas.
Para muitos, o “depois” também representa uma oportunidade de crescimento — de usar a crise como alavanca para uma vida profissional mais alinhada com significado, propósito e bem-estar. A Dra. Cecília testemunha que isso acontece com frequência: pessoas que saem da crise de burnout com maior clareza sobre o que querem da vida.

Como Saber se Entrei em Burnout?

Para responder a “como saber se entrei em burnout”, a Dra. Cecília recomenda: faça uma “pausa reflexiva” e cheque os seguintes aspectos:

  • Você se sente constantemente exausto, mesmo após descanso?
  • Você perdeu o prazer ou significado no trabalho, sente-se desconectado ou desmotivado?
  • Você percebe que está menos produtivo, menos reconhecido ou acha que “nada que faça basta”?
  • Você está tendo sintomas físicos persistentes (insônia, dores, mudanças de apetite) que não têm outra explicação clara?

Você se pergunta se “isso é só estresse” ou se já é algo mais profundo — e a resposta tende a ser o segundo, se os sinais são recorrentes.
Se várias dessas perguntas tiverem resposta “sim”, há uma forte chance de que você esteja em burnout ou no caminho. A orientação da Dra. Cecília: não espere que “passe sozinho” — quanto mais cedo agir, melhores as chances de recuperação plena.

Percebe algum desses sintomas no seu dia a dia? Fale com a Dra. Cecília agora mesmo.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Há tratamento e há saída.

Quanto Tempo Para Ser Diagnosticado com Burnout?

Não há um “prazo padrão universal” para o diagnóstico da síndrome de burnout, porque depende de vários fatores: tempo de exposição ao estressor, intensidade, suporte, suscetibilidade individual. Contudo, algumas orientações ajudam a entender:

  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o burnout é resultado de estresse crônico no trabalho que não foi administrado com sucesso ao longo do tempo.
  • Em relatos clínicos, o processo pode se desenvolver ao longo de meses ou até anos — muitas vezes o profissional caminha em níveis iniciais por tempo prolongado antes do colapso.

O diagnóstico formal exige que se identifiquem as dimensões (exaustão, distanciamento/cinismo, ineficácia) e que essas ocorram de maneira persistente no contexto laboral — e por isso requer avaliação profissional.
A Dra. Cecília afirma que “não é uma corrida de 100 m, mas uma maratona de desgaste” — ou seja: para muitos, o diagnóstico ocorre quando o quadro já está avançado. Por isso, vale agir cedo.

Quais São os Sinais de Alerta?

Os sinais de alerta do burnout são aqueles “avisos vermelhos” que indicam que o desgaste está em curso e que a proatividade é necessária. Entre eles:

  • Fadiga constante e desproporcional ao descanso (não melhora com férias curtas).
  • Diminuição acentuada da tolerância ou irritabilidade que não costumava existir antes.
  • Dificuldade de concentração, esquecimento, queda de desempenho no trabalho.
  • Afastamento emocional: apatia, distanciamento dos colegas ou das próprias tarefas.
  • Sintomas físicos persistentes: dores de cabeça, distúrbios do sono, alterações no apetite ou no peso, problemas gastrointestinais.
  • Sentimento de “não estar dando conta”, “não ser suficiente”, “não ter mais energia” — mesmo em tarefas que antes eram normais.

Aumento de faltas ou, ao contrário, “presenteísmo” (estar fisicamente presente, mas mentalmente ausente ou desconectado).
A Dra. Cecília ressalta que “quando o corpo começa a mandar sinais e a mente segue em piloto automático, o alerta está vermelho” — é hora de buscar apoio.

Burnout Tem Cura?

Sim — e não. Deixe-me explicar: a boa notícia é que o burnout é tratável e muitos profissionais conseguem recuperar sua saúde, restabelecer bem-estar e voltar a trabalhar de forma equilibrada. A Dra. Cecília, com seus 30 anos de prática, acompanha inúmeros casos de recuperação completa ou de melhoria significativa.
Por outro lado, “cura” no sentido de “voltar exatamente como antes, sem nenhuma cicatriz” pode variar — porque parte do processo é aprender com o desgaste, fortalecer-se e transformar o que vivenciou em algo que protege para o futuro.
O tratamento eficaz envolve: mudança de contexto (ou função), terapia (como TCC), suporte organizacional, hábitos de vida saudáveis, reconhecimento e modificação de padrões. Quando isso ocorre, sim — a pessoa pode dizer “eu superei o burnout”.
Então, a resposta simplificada: tem tratamento, sim. É possível recuperar-se e seguir de forma mais saudável. A Dra. Cecília sempre destaca que “o importante é não deixar para depois — a retomada é mais rápida quanto antes se age”.

Quais São as Principais Sequelas do Burnout?

Se o burnout não for reconhecido e tratado adequadamente, podem surgir sequelas físicas, emocionais e profissionais. Algum dos efeitos possíveis:

  • Problemas de saúde crônicos: hipertensão, doenças cardiovasculares, distúrbios do sono, dor crônica, entre outros.
  • Queda de desempenho profissional, risco de perda de emprego, afastamentos prolongados.
  • Impactos emocionais e cognitivos: ansiedade, depressão, sensação contínua de incompetência, isolamento, mudança na autoestima.
  • Dificuldade para retomar a rotina normal, com potencial para retraumatização — isto é, a pessoa pode voltar ao trabalho “mas diferente”, com medo ou com menor confiança.

Impactos familiares e pessoais: relacionamentos fragilizados, menos energia para vida pessoal, hobbies ou convivência social. A Dra. Cecília ressalta que “o burnout não atinge apenas o profissional — ele contamina a pessoa como um todo”.
Portanto, mais do que “somente cansar”, o burnout pode deixar marcas profundas se não for bem tratado.

Como é Um Surto de Burnout?

Falar de “surto de burnout” ajuda a entender quando o quadro atinge um ponto crítico, onde a pessoa se sente “explodir” ou “desconectar” repentinamente. Características típicas:

  • Colapso súbito: a pessoa não aguenta mais manter a fachada, falta energia para levantar da cama, ou a ansiedade/pânico se instala.
  • Quebra total do rendimento ou capacidade de trabalho: não dá para “segurar” mais, ou faltas frequentes surgem ou o rendimento despenca.
  • Sintomas físicos e emocionais intensos: ataques de ansiedade, insônia grave, dores físicas que antes não estavam, ou automedicação.

Possível ideação suicida ou uso de drogas/álcool para fugir do que se passa internamente. Em estudos brasileiros, o nível 4 de burnout contempla “ideias e tentativas de suicídio”.
A Dra. Cecília alerta que “o surto é um grito do corpo e da mente dizendo ‘não aguento mais’” — e nesse momento a intervenção imediata é indispensável.

Quando o Burnout é Considerado Grave?

O burnout é considerado grave quando:

  • Está em nível avançado (por exemplo, nível 3 ou 4 conforme os ícones de gravidade).
  • Há presença de doenças físicas associadas (cardiovasculares, imunológicas), automedicação, dependência de substâncias.
  • Já compromete de modo intenso a vida profissional, pessoal e social: absenteísmo alto, incapacidade de trabalhar, isolamento, ideação suicida.

A pessoa não consegue se desconectar ou reduzir o impacto do trabalho, mesmo fora dele, demonstrando que o desgaste se internalizou profundamente.
A Dra. Cecília considera “grave” aquilo que já impede a pessoa de funcionar com normalidade — e nesse caso o tratamento deve incluir equipe multidisciplinar, mudança de função ou afastamento e suporte intensivo.

Se você sente que chegou ao seu limite, não espere mais. Chame a Dra. Cecília no WhatsApp e receba acolhimento imediato para saber como agir.

Qual é a Diferença Entre Burnout e Depressão?

Embora os dois transtornos possam se sobrepor, há diferenças importantes que ajudam a distinguir:

  • O Síndrome de Burnout está diretamente relacionada ao contexto profissional — é fruto do estresse no trabalho que não foi bem gerido.
  • A Depressão é uma doença psiquiátrica mais ampla, que abrange humor, pensamento e comportamento, e pode ocorrer em vários contextos da vida, não apenas no trabalho.
  • No burnout, quando a pessoa muda de emprego ou reduz a carga de trabalho, muitas vezes há melhora — no caso da depressão, os sintomas podem permanecer independentemente da situação laboral.

Depressão pode incluir tristeza profunda, perda de prazer em atividades antes apreciadas (anedonia), sensação de inutilidade, ideação suicida — e afeta várias áreas da vida. Já o burnout foca mais na exaustão emocional, cinismo, perda de eficácia no trabalho.
A Dra. Cecília destaca que “às vezes o burnout evolui para depressão se não tratado” — por isso a avaliação é crucial para definir quais intervenções são necessárias.

Quem Tem Burnout Pode Trabalhar?

Sim — mas com ressalvas. Ter burnout não significa automaticamente que você não pode trabalhar, mas sim que o modo como você trabalha precisa ser repensado e que o suporte e ajustes são fundamentais. A Dra. Cecília explica:

  • É possível continuar trabalhando se houver adaptações: ambiente menos estressante, menor carga, mais autonomia, pausas regulares, suporte psicológico.
  • Em alguns casos, pode ser necessário afastamento temporário ou mudança de função para recuperação. Estudos no Brasil já apontam que a síndrome é uma das principais causas de afastamento.

A pessoa precisa estar consciente dos limites, monitorar sinais de recaída e manter tratamento ou acompanhamento.
Portanto: sim, pode trabalhar, mas idealmente com condições que respeitem seu estado, com suporte e mudança de rotina profissional se necessário.

Quantos Dias de Atestado Para Burnout?

Não há um número fixo padrão de dias de atestado para burnout — isso depende da gravidade do quadro, das condições de trabalho, da avaliação clínica e das normas da empresa ou organização. É algo que a Dra. Cecília orienta com cuidado:

  • O profissional de saúde (psiquiatra ou médico do trabalho) avalia o caso e emite atestado conforme necessidade.
  • O afastamento pode variar de dias a semanas ou meses, conforme a gravidade e se o ambiente de trabalho continua sendo fator de risco.
  • Algumas empresas e seguradoras exigem documentação e relatórios de acompanhamento para afastamentos prolongados.
  • O mais importante é que o atestado seja parte de um plano mais amplo de recuperação — não apenas “ficar em casa”, mas utilizar esse período para tratamento, autocuidado e reorganização profissional.
    Se você está se perguntando “quantos dias preciso?”, a orientação da Dra. Cecília é: faça a avaliação, siga o plano ajustado para você, e não se preocupe apenas com o número de dias — preocupe-se com a qualidade da recuperação.

Quais São os 7 Sintomas de Esgotamento Emocional?

Embora diferentes fontes possam listar mais ou menos sintomas, aqui está uma lista com sete sintomas frequentemente associados ao esgotamento emocional (muito presente no burnout) — que você pode usar para autoavaliação ou para reconhecer no outro:

  1. Cansaço excessivo e persistente, mesmo após repouso.
  2. Dificuldade de concentração, esquecimento, sensação de “mente nebulosa”.
  3. Irritabilidade ou mudança brusca no humor — sentir-se “menos paciente”, “menos tolerante”.
  4. Distanciamento emocional — sentir que o trabalho ou as tarefas se tornaram mecânicas, sem prazer ou sentido.
  5. Sensação de ineficácia ou incompetência — “não consigo mais entregar”, “me sinto inútil”.
  6. Sintomas físicos recorrentes: dores de cabeça, alterações no sono, apetite comprometido, dores musculares ou digestivas.

Isolamento ou retirada social — evitar colegas, não querer participar, ou sensação de que ninguém “me entende”.
Esses sintomas, isoladamente, podem aparecer em outras condições — mas quando se juntam, persistem, e estão ligados ao trabalho intenso ou desgaste prolongado, merecem atenção especial. A Dra. Cecília ressalta: “Reconhecer esses sinais cedo faz a diferença entre uma recuperação rápida e um esgotamento profundo”.

Quais São os Sintomas de Sobrecarga Emocional?

A sobrecarga emocional é um estado no qual as demandas (profissionais, pessoais ou ambas) ultrapassam a nossa capacidade de resposta, fazendo a “pilha de energia” se esgotar. Alguns sintomas comuns:

  • Ansiedade constante ou sensação de “estar no limite”.
  • Sentir-se tenso, com o corpo “ligado”, mesmo fora do horário de trabalho.
  • Dificuldade em relaxar, desligar da profissão ou das responsabilidades.
  • Pensamentos recorrentes sobre o trabalho ou sobre “fazer mais/ser mais” que não saem da cabeça.
  • Aumento de erros ou descuidos – porque o cérebro “não dá conta”.
  • Mudança de humor: irritabilidade, tristeza, frustração, sensação de “não dar conta”.

Impacto no sono, no apetite, nas relações — o emocional transborda para a vida pessoal.
A Dra. Cecília diz que “a sobrecarga emocional é como um copo que entorna gota a gota — e quando vemos já está quase cheio demais para segurar”. Identificar esses sinais antes que evoluam para burnout é um passo estratégico.

O Que a Sobrecarga Emocional Pode Causar?

Quando a sobrecarga emocional se prolonga, ela pode causar:

  • Desgaste físico e emocional — o corpo começa a dar sinais: dores, insônia, problemas digestivos, queda de imunidade.
  • Redução da eficácia no trabalho ou vida pessoal — você pode sentir que “não rende mais o que rendia”, ou que “tudo exige mais esforço”.
  • Conflitos de relacionamento — porque a tensão contamina o convívio, a paciência acaba, as expectativas ficam fora de controle.
  • Risco de evolução para quadros mais graves, como o burnout propriamente dito, ou transtornos de ansiedade/depressão.

Afastamento profissional ou mudança radical na rotina — às vezes forçada.
A Dra. Cecília alerta que “a sobrecarga emocional não é só um incômodo passageiro — se ignorada, vira porta de entrada para desgaste maior”.

Como Posso Saber se Meu Psicológico Está Abalado?

Detectar que seu psicológico está abalado exige honestidade e atenção. Algumas pistas de que sua mente está sofrendo:

  • Mudança súbita ou gradual de humor, sem motivo aparente: mais irritado, triste, ansioso ou indiferente.
  • Pensamentos recorrentes de “não aguento”, “não sou suficiente”, “nada dá certo”.
  • Isolamento ou afastamento de atividades que antes davam prazer.
  • Dificuldade de tomar decisões simples, sentir-se “congelado” ou “sem força”.
  • Sintomas físicos que não tinham antes: taquicardia, suor, tremor, dores que “não têm causa aparente”.

Impacto na rotina: trabalho, família, lazer, relacionamentos ficam comprometidos.
A Dra. Cecília recomenda: “quando a mente pesa mais que o corpo, e o corpo responde, seu psicológico está enviando sinais claros — ouvir esses sinais é parte do caminho para recuperação”.
Se você se reconhece em muitos desses itens, vale buscar avaliação profissional — e, como parte da experiência da Dra. Cecília, agir cedo faz grande diferença.

O Que é Bom Para Aliviar Esgotamento Mental?

Para aliviar o esgotamento mental — seja ele já parte de um quadro de burnout ou sinal de aviso — a Dra. Cecília sugere combinar autocuidado, ajustes no estilo de vida e suporte profissional. Exemplos práticos:

  • Dormir bem: priorizar qualidade do sono, higiene do sono (horário fixo, ambiente adequado, desconexão digital).
  • Exercício físico regular: mesmo 20-30 minutos por dia ajudam a clarear a mente, liberar tensão e melhorar humor.
  • Estabelecer limites claros entre trabalho e vida pessoal: desligar notificações, ter horário para “fechar o dia”, dedicar tempo para lazer e pessoas queridas.
  • Atividades de relaxamento ou mindfulness: meditação, respiração profunda, caminhada ao ar livre — ajudam a reduzir o ritmo interno.
  • Pequenas pausas durante o dia: levantar-se, alongar, beber água, olhar para longe do computador — esses micro-pausas quebram o ciclo de sobrecarga.
  • Conectar-se com propósito: lembrar porque você faz o que faz, alinhar o trabalho com valores pessoais, refletir: “isso importa para mim”?

Buscar ajuda profissional: um psicólogo, terapeuta ou especialista em saúde ocupacional pode orientar mudanças específicas para você.
Segundo estudos, abordagens como a TCC mostraram ser eficazes para melhorar sintomas de burnout.
A Dra. Cecília lembra: “o alívio não vem só da pausa, mas da pausa bem feita + apoio + mudança”.

Quando Procurar Ajuda Psicológica ao Perceber Sintomas de Burnout?

Procurar ajuda psicológica ou profissional de saúde mental logo ao perceber os primeiros sinais é uma atitude sábia — e a Dra. Cecília enfatiza isso com frequência. Alguns momentos-chave para buscar apoio:

  • Quando os sintomas começam a interferir no seu trabalho, no sono, nos relacionamentos ou no bem-estar geral.
  • Quando a sensação de esgotamento não melhora com descanso ou férias.
  • Quando você começa a se distanciar emocionalmente do trabalho ou das pessoas, sente-se cinismo, falta de significado.
  • Quando surgem sintomas físicos que não tinham antes e que não têm explicação clara (como dores, tremores, insônia persistente).
  • Quando você pensa que “não vou aguentar mais”, ou percebe que está usando álcool, drogas ou automedicação para dar conta.
  • Se você tem histórico de depressão, ansiedade ou outras condições de saúde mental — o burnout pode agravar essas condições.
    A atuação precoce permite que o tratamento seja mais rápido, menos invasivo e com melhores resultados. Como a Dra. Cecília costuma dizer: “quanto antes você entrar no cuidado, mais cedo você retoma sua vida”.
    Se você se reconhece em qualquer desses cenários, agendar uma consulta com psicólogo ou psiquiatra é o próximo passo lógico.

Se ao longo dessa leitura você se reconheceu em algum ponto, dê o primeiro passo agora.
Clique aqui e fale com a Dra. Cecília. Você não precisa continuar sofrendo — existe tratamento, existe apoio e existe um caminho de volta ao equilíbrio.”

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Cecília Galelo

Olá! Meu nome é Cecília Galelo, sou psicóloga e neuropsicóloga (CRP 06/30426) especializada em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) para Adultos, com atendimento presencial em Tatuapé - SP e online. Atuo há mais de 30 anos, sempre movida pela paixão do autoconhecimento e pelo desenvolvimento humano.

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Psicóloga em São Paulo especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental para Adultos e Adolescentes. Atendimento Online e Presencial.

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